Comunidade Chacrinha, no Alto Boqueirão, sofre com necessidades básicas como água e luz, denuncia Goura

Comunidade Chacrinha, no Alto Boqueirão, sofre com necessidades básicas como água e luz, denuncia Goura

A comunidade da Chacrinha, no Alto Boqueirão, é um exemplo flagrante da falta de ação da prefeitura para os bairros que mais precisam em Curitiba.

Candidato do PDT à Prefeitura de Curitiba, Goura esteve na Chacrinha na manhã desta segunda-feira (9) e constatou: sobra asfalto nas áreas que nem precisam, mas faltam condições básicas de vida, como água e luz, para as 65 famílias que vivem na comunidade, localizada perto da divisa com São José dos Pinhais.

“Quero reafirmar o compromisso de fortalecer as políticas públicas em todos os bairros de Curitiba, principalmente em comunidades como a Chacrinha, que são áreas onde o estado tem que se fazer mais presente. A gente está falando aqui de condições básicas de cidadania: água, moradia, espaços para as crianças. Vamos trabalhar para que Curitiba tenha um desenvolvimento sustentável em todos os seus bairros”, afirmou Goura.

O pedetista esteve acompanhado pelo professor Everton, candidato a vereador pelo PDT (12007), que também trabalha em uma escola pública na região da Chacrinha. Por iniciativa dos professores da escola, como o Everton, moradores são auxiliados e ouvidos. Se não fossem os servidores agirem por conta própria, a comunidade não teria qualquer canal de diálogo ou referência de quem acionar no poder público. “As crianças tem que andar mais de dois quilômetros em uma estrada de chão para chegar até a escola”, afirmou Everton.

Saúde precária

Como se não bastassem as condições degradantes para o dia a dia, o posto de saúde que é referência da Chacrinha, na Vila Pantanal, relatam moradores, também acumula problemas. Faltam funcionários no posto e profissionais da saúde para fazer a visita de pacientes em casa. “Às vezes não tem funcionário para atender as demandas. Minha sogra, que mora aqui há mais de 50 anos, precisou de atendimento em casa e eles não têm pessoas para mandar”, afirmou a moradora Andressa.

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