“Nossa gestão será do diálogo e não da perseguição aos guardas municipais”, afirma Goura

“Nossa gestão será do diálogo e não da perseguição aos guardas municipais”, afirma Goura

Em entrevista com a direção do Sindicato dos Guardas Municipais de Curitiba (Sigmuc), o candidato Goura do PDT à Prefeitura de Curitiba afirmou, na noite desta segunda-feira (19), que pretende adotar uma nova fase de relacionamento com a categoria.

Respeito, valorização na carreira e diálogo constante vão marcar os contatos entre guardas e a nova gestão na prefeitura. Atualmente, a categoria reclama de muita perseguição e da impossibilidade de se garantir uma ponte para negociar suas reivindicações.


“Um serviço de qualidade prestado à população depende da valorização do funcionário público”, lembrou Goura. Segundo ele, um prefeito precisar ter capacidade de escuta, e a atual gestão está ausente, não tem essa qualidade.

O pedetista disse que vai rever atos de perseguição que culminaram em punições severas e demissões. Ele classificou esses atos de “absurdos”. Na entrevista, Goura afirmou ser preciso abrir possibilidade de guardas realizarem cursos, novos treinamentos, dispor de atendimento psicológico e de chances reais de progredir na carreira.

O candidato vai ampliar a Ciclopatrulha, para que os guardas tenham um trabalho de maior proximidade nos bairros e na região central, por meio do uso da bicicleta. Outra pauta a ser cumprida na gestão do Goura é a criação do Conselho Municipal de Políticas Públicas de Segurança de Curitiba.

“Os guardas terão participação nesse conselho e outros representantes da sociedade civil. Será uma instância para definir estratégias para tornar Curitiba uma cidade mais segura, com ampla colaboração de vários setores da sociedade.”

Goura disse que os guardas, a exemplo de outros servidores, não foram atendidos para trabalhar com mais segurança diante da pandemia da Covid-19. Faltaram equipamentos de proteção individual (EPIs) e até álcool gel.

“A atual gestão tem falhado no combate à pandemia. A prefeitura priorizou os lucros dos grandes empresários, mas não ajudou os pequenos. Devido a isso e a outros fatores chegamos e nesse triste número de 1.400 mortes em Curitiba”, denunciou Goura.

 

 

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