Parceria com universidades será prática constante na administração, afirma Goura

Parceria com universidades será prática constante na administração, afirma Goura

Parcerias com universidades, com incentivo à pesquisa, serão prioridades do candidato a prefeito de Curitiba pelo PDT, Goura 12. “Nosso diálogo com as universidades para a construção de projetos que beneficiem a população será constante. Estamos em um momento em que a pesquisa científica deveria ser cada vez mais incentivada e valorizada pelo governo”, afirmou Goura, em conversa com o vice-reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Ricardo Dias.

Goura tem reiterado que todas as políticas e programas municipais propostos em seu plano de governo foram construídos com a participação das universidades e que, se for eleito, esta será a prática da sua administração.

Em defesa da universidade pública

“Você é um dos deputados que mais defende as universidades públicas e a pesquisa científica dentro da Assembleia Legislativa. A universidade quer cada vez mais colaborar com os problemas da comunidade”, disse o vice-reitor Dias.

“Se nós tivermos políticos que tenham essa sensibilidade e que saibam utilizar esse potencial das universidades na solução dos problemas reais que afetam a população, será um grande ganho para todo mundo”, completou.

Corte orçamentário pode inviabilizar universidades

Dias alertou, porém, que as Universidades Públicas correm sério risco de inviabilidade administrativa em função da redução drástica do orçamento por parte dos governos federal e estadual. “Estamos preocupados com o corte de 70% de custeio das universidades, previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA), que praticamente inviabilizará as universidades em 2021”, frisou.

Além do corte orçamentário previsto, Ricardo afirmou que de tudo o que a Universidade arrecada, 30% é repassado ao Governo do Estado, “Então, não tem como trabalhar, continuar produzindo conhecimento, pesquisa, manter as atividades de aula com esse corte”.

Este ano o governo cortou até 35% do orçamento das sete Universidades Estaduais do Paraná para o terceiro trimestre. O argumento do governo foi a queda da arrecadação causada pela pandemia.

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